
Pela sua permanente actualidade, e sobretudo para os novos IIr:. Aprendizes (mas não só...) julgamos que não será demais, nem repetitivo, recordar este traçado (publicado inicialmente neste Blog em Jul.2017).
I – Introdução
Este texto pretende elencar algumas das principais obrigações e aspectos simbólicos decorrentes do acto iniciático, com o objectivo de salientar a responsabilidade que os Maçons adquirem, após a Iniciação, no que respeita ao comportamento individual e colectivo e ao desenvolvimento da Maçonaria e da Sociedade em geral.
A Maçonaria como tradição intelectual e moral surgida oficialmente em 1717, evoluiu de maneira distinta em diferentes países e contextos sociais, divergindo para posições conflituantes e até mesmo antagónicas em alguns aspectos, razões pelas quais em termos estritos, deveremos falar de Maçonarias em vez de Maçonaria, o que na maior parte das vezes é negligenciado ou até esquecido.
O Maçom, inserido activamente na Sociedade, homem livre e de bons costumes, conforme exige a Augusta Ordem (A:.O:.), tem por dever combater a injustiça, a ignorância e o ódio, na busca constante da verdade, fazendo com que a doutrina e os princípios maçónicos difundidos dentro dos Templos, transcendam o limite estrito da Loja e floresçam no quotidiano profano.
Não adianta acumular conhecimento se não for transmitido aos mais próximos e sobretudo às novas gerações, como testemunho da perenidade dos ensinamentos que fomos colectando ao longo da vida, traduzindo o nosso contributo para a sociedade que nos envolve, projectando no futuro. Isto é particularmente importante no que respeita à Maçonaria. O conhecimento maçónico, se não for transmitido e aplicado, nada mais é, utilizando uma metáfora, do que uma estante cheia de livros, protegida por uma rede elétrica que impede os leitores de os alcançar e ler.






















