I – Introdução
Diversos e distintos estudiosos e historiadores maçónicos têm publicado trabalhos nos últimos decénios dissipando algumas das nuvensdas várias lendas assumidas até então, esclarecendo progressivamente diversas lacunas documentais ou inconsistências, que se têm colocado aos estudiosos, quanto às reais origens do Rito Escocês Antigo e Aceito (R.E.A.A.) , bem como às motivações e objectivos que lhe foram subjacentes.
Sendo o R.E.A.A. o rito mais difundido a nível mundial, este caminho de procura das fontes originais torna-se ainda mais premente, para todos os que o pretendem praticar consistentemente e daí as notas que humildemente procurámos coligir, aprofundando algum estudo adicional já previamente efectuado.Cada vez se nos afigura como um facto intransponível a importância do grau de «Mestre» na consolidação da Maçonaria especulativa (já alvo de trabalho anterior). Aí socorremo-nos de alguns dos trabalhos recentes e credenciados, referenciámos alguns dos principais marcos, dados históricos e conclusões, embora concluíssemos que continua a não ser possível determinar com precisão as suas origens.
É contudo nossa convicção que a estabilização e consolidação deste grau e da respectiva «lenda hirâmica», criou as condições objectivas para o desenvolvimento subsequente dos chamados «Altos Graus» (mais correctamente «Graus Complementares», com maior propriedade).





















