
Este pequeno traçado constitui um resumo dum trabalho apresentado neste Blog no ano anterior. No entanto por ser de fácil leitura e focar alguns pontos que consideramos pertinentes, tomamos a liberdade de o «reintroduzir» numa versão mais simplificada.
I – O Maçom e a Loja
Um Iniciado só se poderá considerar verdadeiramente Maçom quando alcançar o conhecimento de si próprio e a partir daí compreenda aqueles que o rodeiam, nas suas fraquezas, tristezas e até falhas, tendo sempre a frontalidade de lhes transmitir o quanto é fundamental que a lealdade e a sinceridade prevaleçam sempre sobre os interesses individuais .
O simbolismo de nos despojamos dos metais à entrada em Templo, significa que não devemos transportar para dentro os ressentimentos e vícios da vida profana, as questiúnculas ou desagravos que nos separam, a obsessão / atracção pelo vil metal, mas sim a compreensão, o respeito, a tolerância e a fraternidade que devem prevalecer no nosso convívio, apesar das naturais e salutares diferenças de opinião que nos possam fazer divergir.
Para sermos Maç∴ coerentes com os valores que defendemos, é preciso que tenhamos consciência plena de que é fundamental perseverar no caminho da permanente (e sempre incompleta) aprendizagem maçónica, tanto mais difícil numa sociedade que nos massacra e formata constantemente com o «pensamento único», através dos múlitiplos meios de «comunicação» / «(des)informação» , cada vez mais propriedade dos grandes meios financeiros e dos interesses especulativos.






















