I – Introdução
Será a procura iniciática estritamente reduzida ao Ritual, na versão que procura reduzir e limitar aquela ao estrito cumprimento das normas ritualísticas ou, pelo contrário, tem alguns graus de liberdade e utiliza-os para alcançar também outros objectivos e vectores, que extravasam aqueles limites?. Entre estes dois polos que balizam as opiniões e práticas de muitos maçons, cremos que a segunda opção, ou seja a de uma via intermédia e múltipla, será a mais adequada à pesquisa e procura iniciáticas, potenciando a via de transmissão. É esta aproximação que iremos tentar desenvolver nos pontos seguintes.
Acreditamos que o Ritual desempenha um papel primordial no desenvolvimento da procura iniciática, mas apesar da sua reconhecida importância, não será o único vector a ter em conta, já que em nosso entender, representa um guia, como que que o fio condutor do trabalho maçónico em Loja, mas ao qual não se deve limitar ou restringir o objectivo essencial da procura iniciática, contrariamente ao que alguns IIr:. preconizam.Para tentar desenvolver este raciocínio, socorremo-nos sobretudo de dois trabalhos de conhecidos autores, I. Mainguy e Victor Guerra (indicados na bibliografia), já anteriormente publicados neste Blog. Acrescentámos alguns parágrafos, comentários ou pontos adicionais, suprimindo outros, devido a eventuais graus de redundância, por forma a interligar os dois textos (originalmente independentes), tentando construir a continuidade desejável que perspectivámos. Deste modo os erros ou inconsistências que possam existir, serão por certo da nossa inteira responsabilidade.






















