Datado de 02.Fev.1356 existe um documento na Prefeitura de Londres emitido por um mestre de obras de nome Henry Yevelle solicitando autorização para que ele e mais onze companheiros ( freemasons e freestones) pudessem realizar as suas reuniões em recinto fechado. No mínimo podemos deduzir que seriam reuniões de Aprendizes, isto numa época em que ainda não havia comprovação de que já existisse o grau de Companheiro e nem catecismos ou guias ou qualquer norma de como eram realizadas essas reuniões.
No documento a palavra companheiro não se referia a um grau da Maçonaria, mas sim de maçons livres, companheiros de trabalho. É claro que neste tempo a Ordem era Operativa e católica. No manuscrito de Harleian n.º 2054 do ano de 1650 já continha uma forma de juramento ou compromisso e ainda cita algumas palavras e sinais dos Pedreiros Livres, já indicando algum segredo. O manuscrito não dá maiores detalhes.
Entretanto nestes sinais de reconhecimento já se previa a possibilidade de se criar mais um grau, o que parece ter ocorrido vinte anos após em 1670 em função da necessidade de distinguir os Aprendizes Júniores dos Aprendizes Séniores, já que últimos tinham alguns privilégios a mais que os Aprendizes recém recebidos, o que caracterizava de certa forma um outro grau dentro do mesmo.Os Aprendizes Júniores tomavam assento na Coluna do Norte (onde simbolicamente não entra Luz) e os Aprendizes Séniores sentavam-se na Coluna do Sul, além de terem funções diferentes no grémio. Era natural que, com o tempo se criasse um novo grau, porem esta transformação foi muito lenta. Neste período, começou a ocorrer outro desdobramento histórico interessante.






















