(CONTINUAÇÃO)
A alusão a «Mestres Escoceses» é referida nos Regulamentos Gerais, de 11 de Setembro de 1743, aprovados pela Grande Loja de França, então essencialmente formada por Mestres de Lojas parisienses, no seu Art. 20: “Como aprendemos que recentemente alguns Irmãos se anunciam sob o nome de «Mestres Escoceses» e constituem lojas particulares com pretensões e exigem prerrogativas relativamente aos quais não se encontra nenhum registo nos antigos arquivos e costumes das Lojas espalhadas pela superfície da terra, a Grande Loja determina, a fim de conservar a boa harmonia que deve reinar entre os Maçons, que a menos que estes «Mestres escoceses» sejam oficiais da Grande Loja, ou de qualquer Loja particular, serão considerados pelos Irmãos como os outros Aprendizes e Companheiros, não devendo utilizar nenhuma outra marca ou distinção particular” (6).
Nesta altura é já explícita a diferença entre a prática da maçonaria simbólica, segundo a tradição, face aos portadores dos novos graus «escoceses».
- Art. 44: “Os Escoceses serão os superintendentes dos trabalhos, terão a liberdade da palavra, e serão os primeiros a dar o seu sufrágio, colocar-se-ão onde desejarem, e quando estejam em falta não poderão ser repreendidos ou recuperados a não ser por Escoceses” (6).
Para além do discurso do cavaleiro Ramsay, existem adicionalmente duas outras importantes fontes, que a maioria dos historiadores e investigadores maçónicos consideram como estando na génese dos «Altos Graus»:
2) O Capítulo de Clermont
3) O Conselho dos Imperadores do Oriente e do Ocidente























