Se abordarmos a história da Maçonaria Contemporânea, sem perquirir a respeito de suas origens, não poderemos chegar a um consenso analítico razoável.
O homem das cavernas, talvez mesmo antes de dominar o fogo e a linguagem, inicialmente solitário e agressivo, por uma questão de necessidade e de sobrevivência, tornou-se um ser gregário, pois querendo ou não, sempre dependeu da cooperação dos demais componentes de suas tribos ou clãs. Deixando as cavernas tornou-se nômade para depois tornar-se sedentário se agrupando com os demais seres humanos que o cercavam em pequenos vilarejos, vilas cidades, metrópoles etc. Para construir os locais onde pudesse habitar apareceu no decorrer do tempo quem os construísse, surgindo desta forma, os primeiros profissionais ainda que rudimentares dedicados à construção.
Se formos abordar o complexo e intrincado surgimento da Maçonaria no mundo, teremos que, em suas raízes destacar o importante papel das associações de construtores, bem como analisar como aconteceram os fatos sociais que deram origem à Maçonaria, e posteriormente ao cooperativismo sindicalismo entidades estas que pelo menos em fase inicial de sua existência teve muito em comum, ou seja, a necessidade consequente do trabalho para subsistir, do auxílio mútuo e cooperação, vindo daí a relação empregados/patrões; reis/súditos, escravos/senhores. Depois, dentro do seu próprio contexto histórico cada associação seguiu seu caminho quer no sindicalismo quer no cooperativismo.
Este fenômeno social de gregarismo se aplica a toda à humanidade, e é inerente ao ser vivo. Simplesmente é assim. Inicialmente havia cooperação e camaradagem, sintetizando mais um sentimento de agrupamento, para depois os grupos passarem a se organizar, em associações de defesa e proteção visando interesses mútuos, especialmente nas profissões, mas também em outras atividades.





















