
Ilumina-nos, traz-nos o saber, acompanha-nos.
O conhecimento é a luz, com ele atingimos o nosso ser, com ele prosseguimos o caminho do desbaste da pedra bruta, com ele atingimos a perfeição.
O Preâmbulo à Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) afirma que este documento fundamental foi proclamado como um “ideal comum a atingir por todos os povos e todas as nações”, que se “esforcem, pelo ensino e pela educação, por desenvolver o respeito desses direitos e liberdades …”. Para além disto, o Artigo 26º da DUDH especifica o direito de todos à educação, a qual devia incluir, entre as suas finalidades, “a plena expansão da personalidade humana e [a]o reforço dos direitos do homem e das liberdades fundamentais…”.
Por conseguinte, o sistema educativo é concebido como um fim em si mesmo, um bem cuja razão de ser e fonte de legitimidade é sempre o homem, enquanto sujeito e primeiro beneficiário dos seus direitos.
O sistema educativo é, pois, um sistema absolutamente fundamental no desenvolvimento de uma sociedade moderna, moldando-se e adaptando-se, por vezes mesmo antecipando-se aos desafios que se lhe deparam.Com ele o homem mune-se de instrumentos culturais capazes de impulsionar as transformações materiais e espirituais que se exige a uma sociedade permanentemente em mutação e com desafios múltiplos, como a que hoje temos em presença e na qual nos esforçamos por viver.
Com ele o homem propugna pelo seu desenvolvimento, pessoal e coletivo, tendente a conformá-lo aos objetivos de progresso e equilíbrio, aumentando o seu poder sobre a natureza, permitindo também que o homem promova uma busca social da coletividade a que pertence.



















