Desde que os filósofos e os livre-pensadores em geral questionam a essência e o porquê das coisas que uma interrogação persiste: de que “conhecimento” falamos. A dificuldade da sua abordagem só é ultrapassada pela de outra pergunta associada: o que é o conhecimento? Vejamos alguns dados históricos relativos a este tema, a partir do Mundo Grego, dada a prevalência deste na formação cultural do Ocidente.
Ao homem desejoso de sabedoria e conhecimento muitas vias se abrem e não lhe repugna a consideração das vias existentes para além do racionalismo e da objetividade científica. Digamos que não lhe são estranhos os caminhos do Sagrado e da pesquisa metafísica. Não deve o maçon esclarecido refugiar-se no “castelo da Razão” e rejeitar sem mais as conclusões alcançadas através da Sabedoria Primordial ou da chamada Via Mística (vidé F. Pessoa). É na busca das grandes respostas que relevamos a importância do Método Maçónico e a prevalência do estudo do Simbólico e da Tradição.
Cada Mito explicador do Mundo era uma chave para a Civilização/Cultura que o tinha concebido e desenvolvido mas havia um denominador comum a todos os mitos conhecidos, de forma a constituírem no seu conjunto uma grande teoria explicativa da Cosmogonia humana.






















