
por: Irène Mainguy
Qualquer procura iniciática centra-se em torno de várias questões que se podem ligar ao nosso compromisso com a Maçonaria que nos leva a interrrogar-nos:
- Por que entramos na Maçonaria?
- O que procuramos?
- Por que ficamos?
Estas perguntas simples são todavia essenciais e devem estar constantemente no centro de nosso pensamento, se pretendermos abrirmos mais a nossa consciência e compreensão.
A pergunta efectuada na primeira parte da instrução no primeiro grau responde à pergunta:
D - Por que é que te tornaste maçon?
R - Para alcançar os segredos da Maçonaria e para sair das trevas.
Essa resposta leva-nos a observar que tomámos consciência dum modo mais ou menos claro da dualidade, sob estes dois aspectos e que uma abordagem voluntária se afirma para descobrir a Luz, isto é, sair da multiplicidade das trevas e encontrar a Unidade.
Entre os princípios básicos subjacentes à Ordem, existem o amor fraternal, a benevolência, a procura da Verdade que devem ser a qualquer momento o motor da nossa reflexão e da nossa acção.
Uma meditação regular dos rituais e das instruções é um dos meios de abrir nosso coração e a nossa consciência ao Essencial. É uma prática de longo fôlego, muitas vezes difícil e desafiadora onde "o esquadro deve regular as nossas acções e o compasso traçar os justos limites que devemos observar na nossa conduta para com nossos semelhantes."O ponto de partida desta provação é o despojamento dos metais, prova antes da cerimónia de iniciação,





















