O simbolismo de nos despojamos dos metais à entrada em Templo, significa que não devemos transportar para dentro os ressentimentos da vida profana, as questiúnculas ou despeitos que nos separam, mas sim a compreensão, o respeito, a tolerância e a fraternidade que devem prevalecer no nosso convívio, apesar das naturais diferenças de opinião. Como podemos aperfeiçoar esta postura se não frequentarmos da Loj.´. assíduamente?
Ser Maçom não pode nem deve, ser considerado estatuto de tipo «nobiliárquico», mais ou menos correlacionado com perspectivas de promoção social, profissional ou outras. Quem assim pensa (ou pensou) engana(ou)-se redondamente e está (estará) mal enquadrado e/ou a mais na A.´. O.´..
Para sermos Maç.´. dignos dessa distinção (recordando o sapientíssimo Ir.´. António Arnauth «não é maçom quem quer») é preciso perseverar diáriamente no trilho maçónico, tanto mais difícil numa sociedade em que a mentira, a falta de ética, o oportunismo e o servilismo sem disfarces são diáriamente evidenciados e/ou promovidos por quem não o deveria – dirigentes e responsáveis políticos aos diversos níveis, jornalistas, comentadores /eiros, nomeados por “compadrio”, etc. etc.. É por vezes usual desculpabilizá-los pela «natureza humana», mas tal impele-me a reclamar ao G.´.A.´. que nos tempos que correm e por estes lados da Europa (à beira-mar plantados), a concentração desta tipologia, pecará por algum exagero....
É intervindo coerentemente na Sociedade de acordo com os princípios que nos norteiam, cooperando activamente nos trabalhos em Loj, (estudando os clássicos e textos de IIr? mais credenciados, elaborando ou analisando pranchas, discutindo ou comentando intervenções, etc.,...), apoiando os IIr. mais necessitados, que o Maç.´. constroi progressivamente o seu edíficio interior, ao mesmo tempo que contribui para consolidar o exterior, ou seja a A.´. Or.´..






















