Introdução
Desde tempos imemoriais, as cerimónias sempre fizeram parte do quotidiano do homem e com elas a figura indissociável do Mestre de Cerimónias.
Dele temos vestígios na Grécia antiga, três mil anos a.C., em que anunciava as diversas fases das reuniões nos anfiteatros.
Na China, mil anos a.C., o Mestre de Cerimónias efetuava a narração dos torneios de arco e flecha. Força e ritmo da voz para realçar as equipas mais importantes era fator primacial para o desempenho de tão ilustre cargo, sempre suportado num conceito de poder e nobreza.
Na Roma antiga, o Mestre de Cerimónias era o chefe dos trombeteiros, que montado no seu cavalo, após o toque das trombetas, anunciava a passagem do Imperador ou as medidas reais como o aumento de taxas, maior submissão, proibições e sanções.Na nossa era, o Mestre de Cerimónias aparece na figura do arauto. Vestido de acordo com os costumes da época, anunciava a entrada dos convidados em festas da nobreza batendo três vezes um bastão sobre um batente, produzindo um som alto e seco.
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