Peço-vos que não interpretem este meu desabafo como uma atitude egoísta, ou até de vitimização, mas tão só uma reacção de quem tem muitas dúvidas para as quais quer encontrar respostas racionais e libertas de sentimentos primários, e que pensa ter despertado para um combate que importa levar a cabo:

• A luta dos cidadãos contra o poder sem limites do Quarto Poder;
• A luta dos cidadãos pelo direito à defesa da sua honorabilidade, privacidade e dignidade;
• A luta dos cidadãos pelo direito a uma informação objectiva e não vinculada, implícita ou explicitamente, a interesses de vária natureza.
Como compreenderão os últimos meses e, em particular o meio do mês de Agosto, foram dias muito difíceis em termos pessoais, onde senti o cerco e a agressão de pessoas que desconheço, possivelmente motivadas pela representação de eventuais interesses não identificados e dotadas de meios de destruição de elevada potência e alcance.
Neste período senti na pele que os meios de comunicação social podem ter, tal como a generalidade das acções que o homem promove, fins meritórios, ou precisamente o inverso, e senti a impotência de quem não tem armas para combater a injustiça, a mentira e a fabricação de realidades virtuais.




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