outubro 22, 2012
Maçonaria e Bioética
“BIOÉTICA é um analogismo criado em 1971 pelos Médicos Van R. Potter (Oncologista) e André Hellegers (Obstetra) e o seu conceito foi definido por Reich, em 1978, como o estudo sistemático da conduta humana na área das Ciências da Vida e da Saúde considerada à luz de valores e de princípios morais”. (1)
Posso, portanto, definir Bioética como “a prática do Bem nos seres vivos e, designadamente, no Ser Humano”.
Quer dizer que tudo o que beneficie um Doente, tudo o que impeça um mal maior, assim como tudo o que torne as Pessoas mais felizes, quer no seu bem-estar pessoal quer no seu bem-estar social, estará dentro dos Princípios da Bioética.
A MAÇONARIA foi definida, em 1952, como uma instituição que teria como seu objectivo “… o aperfeiçoamento da Humanidade, razão pela qual os Maçons estão obrigados à busca constante de formas que permitam melhorar a condição humana, tanto no plano espiritual e intelectual como no plano do bem-estar material”. (2)
Quer dizer que a Maçonaria, enquanto organização (e cada Maçon per si), existe para criar um Mundo melhor através da criação do Homem Novo e, por consequência, duma Sociedade Fraterna, isto é, da Fraternidade Universal.
Estamos, então, perante um conceito – a Bioética – e uma organização – a Maçonaria – que, apesar de origens tão diversas, têm um objectivo comum: a criação do Homem Novo, fraterno e solidário.
outubro 12, 2012
Paradigmas Emergentes
À Glória da Maçonaría e Progresso da HumanidadeO antropocentrismo ilustrado foi o paradigma de partida da Maçonaría especulativa. Supôs uma importante ruptura com os modelos anteriores e libertou o pensamento humano de grande parte do peso da superstição.
A Maçonaria inclusivamente antecipou-se ao seu tempo e adoptou na sua forma de trabalho modelos democráticos que não tinham paralelo nas estruturas políticas do seu ambiente primitivo.Com o tempo, esses modelos foram chegando à sociedade por meio de adaptações, em muitos casos violentas.
No entanto, temos de rever essa base teórica da nossa instituição, porque embora possa ainda estar em vigor em alguns aspectos, noutros foi varrida por sucessivos acontecimentos e pela evolução do pensamento.
A velocidade com que ocorrem mudanças sociais tem-se tornando cada vez mais vertiginosa, especialmente após a revolução tecnológica, que aumentou a rapidez e o alcance da informação.O Conhecimento deixou de estar intrincheirado nas instituições académicas e é mais acessível ao público através de dispositivos electrónicos. No entanto, o saber esconde-se na vasta rede de dados que suporta o acesso digital.
Após o Iluminismo e depois dos primeiros triunfos do racionalismo, este começou a sofrer os embates do seu próprio desenvolvimento. A Ciência desmantelou os modelos mecanicistas, porque ensinou que quanto mais se aprofunda o conhecimento, mais indeterminada se torna a realidade.
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outubro 10, 2012
Mais de dois Séculos do Rito Escocês Antigo e Aceito: que origens ?
Segundo a historiografia oficial, o Rito Escocês Antigo e Aceito nasceu no território dos Estados Unidos da América (EUA) em 1801, em Charleston, Carolina do Sul.
Nos últimos anos, diversos investigadores maçónicos têm procurado esclarecer os aspectos elementares desta importante matéria, dando a conhecer novos dados documentais que vêm preencher amplas lacunas.
O Rito Escocês Antigo e Aceito (REAA) nasceu nos EUA?
Foi alvo de uma reorganização nos EUA com o acréscimo de 8 graus?
Ou as suas fontes efectivas estão em França?
Nesse sentido, torna-se útil efectuar um conjunto de referências que possam ser objecto de uma posterior reflexão sobre as reais origens do rito mais divulgado e praticado em todo o mundo.
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outubro 02, 2012
Maçonaria Esquecida
O livro “A Franco-Maçonaria Esquecida”, da autoria de Robert Ambelain, é uma “viagem” por vários temas ligados ao aparecimento da Maçonaria moderna, abordando aspectos pouco referidos nas múltiplas publicações existentes no circuito comercial.
Devido à densidade informativa do seu conteúdo e à limitação de espaço para a apresentação deste trabalho, estabeleci a opção de abordar a “Legenda de Hiram” e a “Irregularidade da Grande Loja de Inglaterra”. Por si sós, são 2 importantes temas que merecem uma abordagem específica e mais circunstanciada.
Em termos introdutórios, há que lembrar que é geralmente estabelecido o aparecimento da Maçonaria moderna por via da fundação, a 24/6/1717, da Grande Loja de Londres, por 4 lojas londrinas que se reuniram na estalagem “A Macieira”, em Covent Garden.
Com a maioria dos votos, Anthony Sayer foi eleito grão-mestre. Mas a partir de 1721, esta instituição maçónica passou a ir buscar os seus grão-mestres na alta aristocracia, com o Duque de Montagu.
A Loja de York, loja imemorial, a mais antiga da Inglaterra, reage a esta fundação e constitui-se como a Grande Loja de Toda a Inglaterra. No entanto, é a Grande Loja de Londres a estender, gradualmente, a sua influência a toda a Grã-Bretanha.
setembro 25, 2012
Compagnonnage e Maçonaria
Todos nós sabemos ou pensamos saber hoje quem são os Companheiros (Compagnonnage) e de onde vêm. É contudo interessante traçar aqui a sua história.
Eram certamente construtores e a sua história permanece ligada, na Europa, à extraordinária profusão de contruções a partir do final do período Romano, especialmente na edificação dos edifícios góticos.
A Maçonaria refere-se apenas a homens e mulheres do pensamento. Em que podemos dizer se existe parentesco ou herança e se é do Compagnonnage para a Maçonaria, ou vice-versa?
Em primeiro lugar, há convergência nas palavras Companheiro e Maçonaria, já que são ambas de contrutores provenientes do período franco, o que é uma excepção na nossa língua às raízes latinas e gregas.
O nome comum Maçom («Franc-Maçon», em francês) designa o trabalhador que realiza uma construção e o adjectivo franc designa o que não é sujeito ao pagamento duma taxa ou imposto, o que qualifica o Maçom. Deste modo, no seu significado original e do modo como se define uma "cidade livre" Maçom é um trabalhador livre e independente.
Esta particularidade foi reconhecida pelo Papa Nicolau II (1277) e aprovada por Bento XII (1334).
Resulta desta fonte etimológica que foram Companheiros ilustres, libertados de certas restrições e que tinham um estatuto privilegiado, devido ao seus conhecimentos, experiência e projectos e locais de que eram responsáveis.
Evidentemente que a nossa actividade, os nossos objectivos são actualmente diferentes . Mas somos sempre Maçons: com um estatuto e uma significação que têm evoluído.
Eram certamente construtores e a sua história permanece ligada, na Europa, à extraordinária profusão de contruções a partir do final do período Romano, especialmente na edificação dos edifícios góticos.
A Maçonaria refere-se apenas a homens e mulheres do pensamento. Em que podemos dizer se existe parentesco ou herança e se é do Compagnonnage para a Maçonaria, ou vice-versa?
Em primeiro lugar, há convergência nas palavras Companheiro e Maçonaria, já que são ambas de contrutores provenientes do período franco, o que é uma excepção na nossa língua às raízes latinas e gregas.
O nome comum Maçom («Franc-Maçon», em francês) designa o trabalhador que realiza uma construção e o adjectivo franc designa o que não é sujeito ao pagamento duma taxa ou imposto, o que qualifica o Maçom. Deste modo, no seu significado original e do modo como se define uma "cidade livre" Maçom é um trabalhador livre e independente.
Esta particularidade foi reconhecida pelo Papa Nicolau II (1277) e aprovada por Bento XII (1334).
Resulta desta fonte etimológica que foram Companheiros ilustres, libertados de certas restrições e que tinham um estatuto privilegiado, devido ao seus conhecimentos, experiência e projectos e locais de que eram responsáveis.
Evidentemente que a nossa actividade, os nossos objectivos são actualmente diferentes . Mas somos sempre Maçons: com um estatuto e uma significação que têm evoluído.
setembro 21, 2012
A Maçonaría “não pode viver metida nas lojas”
Javier Bonales chegou à Maçonaria pela mão de seu padrinho. Bonales decidiu iniciar-se em 1979, numa casa particular em Barcelona. "Aqui nessa altura não havia nenhuma loja. A ditadura franquista tinha destruído tudo. Quando chega a democracia e se restabelece a Maçonaria, eu procurei inteirar-me, entrei em contato e iniciei-me numa casa particular. Desde esse dia, até hoje."
- O que significa ser maçon?
-É fazer parte de uma escola iniciática de aperfeiçoamento do ser humano. Isso não significa que a Maçonaria tenha uma varinha mágica para essa melhoria. Assumimos que qualquer ser humano pode procurar o seu aperfeiçoamento fora da maçonaria. O maior segredo que tem a Maçonaria é precisamente não ter segredos. É um lugar comum para discutir os diferentes pontos que convergem na busca da perfeição. Em todos as Lojas se abrem debates sobre temas que não são nem religiosos nem políticos, e nenhuma postura é melhor que a outra. Enriquecemo-nos todos.
- Por que não saem para a sociedade, dando a vossa opinião?
"Posso pensar, por exemplo, que os fundamentos da economia tornaram-se obsoletos. Mas é a minha opinião e exponho-a na loja. O nossa função é essa: debater e expor os nossos pontos de vista. Não pretendemos que, como maçons, salpiquemos a vida pública para dizer que esta ou aquela é a solução. É que ninguém realmente a tem.
setembro 18, 2012
A Maçonaria dos negros americanos
Em 1775, um americano de raça negra com o nome de Prince Hall (1735/1807), metodista e divulgador religioso, foi iniciado em Boston na companhia de mais 14 homens livres de raça negra, numa loja de constituição irlandesa.
Prince Hall criou a primeira loja de negros da América, a Loja Africana nº 1, em 1775 e foi-lhe conferida a patente nº 495 pela Grande Loja dos Modernos de Inglaterra, dada a recusa da Grande Loja de Massachusetts.
Em 1791, esta Loja Africana nº 1 constituiu-se em loja mãe com o nome de Grande Loja Africana da América do Norte, da qual Prince Hall foi o primeiro grão-mestre. Em 1808, um ano após a morte de Prince Hall, ela adoptou o nome distintivo e emblemático de Grande Loja Prince Hall, Maçons Livres e Aceitos de Massachusetts, que dará origem à designada maçonaria de Prince Hall.
Outras grandes lojas de negros foram criadas em seguida noutros Estados que acabaram por se fundir, em 1847, com a Grande Loja Prince Hall. Hoje, esta Grande Loja conta com cerca de 500.000 membros de 5.000 lojas que se encontram repartidas em 40 Grandes Lojas autónomas, quase uma por Estado, às quais se juntam outras existentes nas Bahamas, Haiti, República Dominicana, Libéria e, surpreendentemente, 3 lojas na Alemanha criadas no decurso da II Guerra Mundial e na dependência da Grande Loja de Maryland.
A Grande Loja Prince Hall pratica os ritos mais usuais nos Estados Unidos: York e REAA.
Mantém boas relações com outras obediências maçónicas americanas de negros como as Grandes Lojas de Sto, André, do Rei David, do Rei Salomão, de Enoch, do Monte Sinai, do Monte das Oliveiras e dos Maçons do Rito Escocês de S. Jorge.
Prince Hall criou a primeira loja de negros da América, a Loja Africana nº 1, em 1775 e foi-lhe conferida a patente nº 495 pela Grande Loja dos Modernos de Inglaterra, dada a recusa da Grande Loja de Massachusetts.
Em 1791, esta Loja Africana nº 1 constituiu-se em loja mãe com o nome de Grande Loja Africana da América do Norte, da qual Prince Hall foi o primeiro grão-mestre. Em 1808, um ano após a morte de Prince Hall, ela adoptou o nome distintivo e emblemático de Grande Loja Prince Hall, Maçons Livres e Aceitos de Massachusetts, que dará origem à designada maçonaria de Prince Hall.Outras grandes lojas de negros foram criadas em seguida noutros Estados que acabaram por se fundir, em 1847, com a Grande Loja Prince Hall. Hoje, esta Grande Loja conta com cerca de 500.000 membros de 5.000 lojas que se encontram repartidas em 40 Grandes Lojas autónomas, quase uma por Estado, às quais se juntam outras existentes nas Bahamas, Haiti, República Dominicana, Libéria e, surpreendentemente, 3 lojas na Alemanha criadas no decurso da II Guerra Mundial e na dependência da Grande Loja de Maryland.
A Grande Loja Prince Hall pratica os ritos mais usuais nos Estados Unidos: York e REAA.
Mantém boas relações com outras obediências maçónicas americanas de negros como as Grandes Lojas de Sto, André, do Rei David, do Rei Salomão, de Enoch, do Monte Sinai, do Monte das Oliveiras e dos Maçons do Rito Escocês de S. Jorge.
setembro 06, 2012
A Maçonaria é uma Religião??
Não são poucas as pessoas que consideram a organização maçónica como um fenómeno religioso, definindo o termo "fenómeno" segundo a filososofia de Emmanuel Kant, como o que é objecto da experiência sensorial. Ou seja, interpretam as práticas maçônicas como religiosas. É assim mesmo ou será uma ilusão influenciada pelo preconceito e ignorância?
Para encontrar uma resposta que consiga levantar o véu do preconceito e derramar luz na escuridão da ignorância, é necessário entender do que fala quando se afirma "é uma religião." A noção é tão vasta e tão heterogénea que é impraticável defini-la numa nota, para que seja entendida de forma totalmente satisfatória. No entanto, algumas idéias podem desencadear a chispade pesquisa do leitor, para continuar a ler outras a este respeito.
De todos os cantos do mundo e em todas as áreas, somos sujeitos a anos de bombardeamento com propaganda teológica, de tal modo que conheço pessoas que, de tão feridas que foram, não conseguem compreender plenamente a vida sem os ditames de uma religião particular. Para fornecer um bálsamo, seria uma boa acção definir o que é uma religião, para então comparar as características obtidas, com as práticas maçónicas e lograr responder à questão colocada no título deste trabalho.
Para encontrar uma resposta que consiga levantar o véu do preconceito e derramar luz na escuridão da ignorância, é necessário entender do que fala quando se afirma "é uma religião." A noção é tão vasta e tão heterogénea que é impraticável defini-la numa nota, para que seja entendida de forma totalmente satisfatória. No entanto, algumas idéias podem desencadear a chispade pesquisa do leitor, para continuar a ler outras a este respeito.
De todos os cantos do mundo e em todas as áreas, somos sujeitos a anos de bombardeamento com propaganda teológica, de tal modo que conheço pessoas que, de tão feridas que foram, não conseguem compreender plenamente a vida sem os ditames de uma religião particular. Para fornecer um bálsamo, seria uma boa acção definir o que é uma religião, para então comparar as características obtidas, com as práticas maçónicas e lograr responder à questão colocada no título deste trabalho.
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agosto 30, 2012
Os crivos de Hiram
Meia Noite em ponto. Uma jornada mais terminou. Cansado, depois de um dia de trabalho Mestre Hiram recosta-se sobre a frescura do ébano para um merecido descanso. É nesta altura que, subindo em sua direcção, se aproximou o seu discípulo predilecto, que lhe relata:
- Mestre Hiram vou contar-te o que me disseram sobre o segundo Mestre construtor…
- Calma, meu discípulo e amigo. Antes que me contes algo que poderá não ter relevância, já fizeste passar a informação pelos Três Crivos da Sabedoria?
-Crivos da Sabedoria? Não os conheço! - disse o discípulo.
-É verdade, não os conheces porque ainda não te os havia ensinado. Parece-me que chegou o momento. Deves passar toda a informação em primeiro lugar pelo crivo da VERDADE e então eu pergunto-te: tens a certeza do que o que te contaram é de facto VERDADE?
- Bem, não tenho realmente a certeza, só sei o que me contaram.
Hiram, continua:
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agosto 24, 2012
Do Templarismo à Maçonaria
Logo de início percebi que a questão temporal e espacial que o tema me colocava era problemática - haveria que limitar no tempo e no espaço a investigação. O tema em si tornou-se, ainda assim, um desafio de forte mobilização pessoal, porque polémico, incerto, transversal em termos filosóficos, sociais e culturais mas igualmente grandioso nas suas implicações humanas e civilizacionais.
A opção foi concentrar-me no triângulo constituído pela Grã-Bretanha, França e Alemanha e procurar ligações com fundamento histórico no período que vai dos princípios do século XIV (época em que formalmente foi extinta a Ordem dos Templários) até aos primeiros anos do século XVIII (altura assumida por diversas evidências como o princípio da maçonaria especulativa e formalmente constituída).
Procurei, assim, descortinar entre cerca de três dezenas de trabalhos de investigação histórica e de reflexão filosófica a que tive acesso o que foram esses quatro séculos de transição em que predominaram a perseguição, a intolerância e o obscurantismo, quatro séculos em que se afirma oficialmente que o templarismo teria sido abolido e em que também se afirma que a maçonaria não passaria de uma vertente operativa, desenquadrada (ou seja, sem um enquadramento formal reconhecido) e com intervenção limitada e isolada das preocupações dominantes.
Meramente com o objectivo de nos situarmos no tempo, recordo que em Portugal durante estes quatro séculos viveu-se a 2ª dinastia, a 3ª e quase metade da 4ª, no limite vivemos os referenciais históricos que vão da ínclita geração, aos Descobrimentos, ao período Filipino e toda a época que se estendeu até ao Marquês de Pombal.
A opção foi concentrar-me no triângulo constituído pela Grã-Bretanha, França e Alemanha e procurar ligações com fundamento histórico no período que vai dos princípios do século XIV (época em que formalmente foi extinta a Ordem dos Templários) até aos primeiros anos do século XVIII (altura assumida por diversas evidências como o princípio da maçonaria especulativa e formalmente constituída).
Procurei, assim, descortinar entre cerca de três dezenas de trabalhos de investigação histórica e de reflexão filosófica a que tive acesso o que foram esses quatro séculos de transição em que predominaram a perseguição, a intolerância e o obscurantismo, quatro séculos em que se afirma oficialmente que o templarismo teria sido abolido e em que também se afirma que a maçonaria não passaria de uma vertente operativa, desenquadrada (ou seja, sem um enquadramento formal reconhecido) e com intervenção limitada e isolada das preocupações dominantes.Meramente com o objectivo de nos situarmos no tempo, recordo que em Portugal durante estes quatro séculos viveu-se a 2ª dinastia, a 3ª e quase metade da 4ª, no limite vivemos os referenciais históricos que vão da ínclita geração, aos Descobrimentos, ao período Filipino e toda a época que se estendeu até ao Marquês de Pombal.
agosto 14, 2012
Prof. Doutor A. H. de Oliveira Marques (biografia)
Historiador e professor catedrático, de nome completo António Henrique Rodrigo de Oliveira Marques, nasceu em S. Pedro do Estoril, concelho de Cascais, a 23 de Agosto de 1933. Frequentou os liceus Camões e Gil Vicente, de Lisboa.
Em 1956 licenciou-se em Ciências Histórico-Filosóficas na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, apresentando uma dissertação intitulada A Sociedade em Portugal nos séculos XII a XIV.
Depois de ter estagiado na Universidade de Würzburg (Alemanha) iniciou funções docentes em 1957, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde se doutorou em História em 1960 (Junho), com a dissertação Hansa e Portugal na Idade Média.
Em 1962 participou na greve académica, ao lado dos estudantes, o que esteve na base do seu afastamento da Universidade portuguesa.
Em 1965, partiu para os Estados Unidos da América, leccionando como professor associado e catedrático nas universidades de Auburn, Flórida, Columbia, Minnesota e Chicago, e percorrendo grande parte daquele país como conferencista.
agosto 08, 2012
Homenagem a Salvador Allende
Pinochet, traidor da maçonaria, não passou do grau de Aprendiz, como informa o nosso Irmão chileno Rodrigo Reyes Sangermani. Foi irradiado da sua Loja por falta de frequência e de pagamento.
Homenaje al Q:.H:. Salvador Allende en el 30° aniversario de su sacrificio
A propósito de una plancha enviada a las listas (ELAT) hace ya tres años.
Leído en tenida de 1er grado el 11 de septiembre de 2003
La sola iniciación no actúa por arte de magia ni menos por fuerzas sobrenaturales. La calidad masónica se obtiene a través del compromiso permanente por la verdad: Entrar a la masonería es fácil, lo difícil es que ella entre en mí.
El próximo jueves se cumplen exactos 30 años desde que los militares terminaran con el gobierno constitucional del presidente Allende.
Acerca los alcances políticos, históricos o sociales todos tenemos una opinión formada y un juicio definitivo de los hechos que no es el momento de discutir.
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