A Grã-Mestra da Loja Feminina de Espanha, Ana María Lorente, defende o papel actual da Ordem face à perda de valores na sociedade."Tem sentido a maçonaría feminina no século XXI? Ante a perda de valores, há que redefinir as raízes espirituais e morais". A Grã-Mestra da Loga Feminina de España, Ana María Lorente Medina, defendeu est noite no Clube LA PROVINCIA a necesidade de manter activa esta Ordem em Espanha para continuar a avançar no que chamou de "maturidade feminina", cujo processo e segundo as suas palavras, "é imparável".
"Cada mulher procura na maçonaría a sua propria verdade, o seu proprio conhecimento", explicou Lorente perante uma audiência que questionava a máxima responsável desta organizacão em Espanha, qual é o seu fundamento e creença, formas de ingresso na ordem, e o que parecía mais preocupante para algumas das mulheres presentes: o porquê do termo obediência que frecuentava a conferencista no seu discurso sobre a historia da ordem, a sua criação e penetração em Espanha e nas Canárias.
"É um termo que usamos para denominar cada organizacão macónica, e não significa que como mulheres devamos obediência a nada", precisou Ana María Lorente. "Queremos ser mulheres construidas, lúcidas nas suas possibilidades, firmes, livres e comprometidas", recordou a Crã-Mestra, em resposta ao facto de "terem estado submissas e subordinadas durante milénios". Segundo disse, não se trata duma organizacão dogmática ou sectária, mas que a sua principal referência é "um método sábio, rico e ancestral que se adapta à arquitectura feminina".














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