Introdução
Antes de entrarmos nos primórdios da história da maçonaria em Portugal convirá recordar alguns factos que a enquadram no seu histórico geral.
A Maçonaria moderna não tem uma origem ou uma fonte específicas, ao contrário de que alguns maçons defendem. Ela é equiparável a um rio cujo caudal é a soma dos caudais dos seus afluentes, caudais esses que lhe são entregues em épocas e locais bem diferentes.
Os conceitos históricos/filosóficos que enformam a Maçonaria moderna não são produto de uma acção ou atitude singulares. Sãp antes o somatório de vários pensamentos e filosofias que têm como resultante a Maçonaria como hoje a conhecemos.
Desde conceitos radicados nas culturas suméria e egípcia até aos conflitos entre católicos e protestantes na Inglaterra do século XVIII, passando pelas filosofias essénias e templárias amalgamadas nos interesses profissionais das guildas germânicas, tudo isto teve como resultado a Maçonaria que hoje conhecemos e praticamos.
abril 06, 2012
abril 05, 2012
De profano a Maçom – Um estado de alma
Ansioso tenho estado, indeciso quiçá, frugal talvez!
Chegada a hora de apresentar a primeira prancha, reconheça-se o quão difícil tem sido a escolha do tema por parte deste humilde servo da nossa Augusta Ordem.
Por isso, peço perdão pela candura da fantasia que me assola, manifestando desde já o meu respeito a todos vocês, meus irmãos, a quem dedico estas minhas primeiras palavras, certo da amizade fraterna que nos une.
Coloco-me, por isso, perante vocês e diante do Grande Oriente, qual manancial de luz que me clareia e me conduz.
Correndo o risco da pobreza da contribuição que ora apresento, e para a qual peço a vossa compreensão para com este aprendiz, permitam-me, então, que partilhe com vocês o sentimento de quem, como eu, sempre pretendeu ser um verdadeiro maçom.
Ventre de minha mãe criou um ser que desde cedo procurou guiar-se por valores que têm norteado a sua vida desde outrora e que se preza de preservar e defender, como o homem honrado defende os seus.
Liberdade, Igualdade, Fraternidade, valores ínsitos e guias assaz da minha vida desde então, profano cresci, padecendo das muitas imperfeições e parcas virtudes da espécie humana.
Chegada a hora de apresentar a primeira prancha, reconheça-se o quão difícil tem sido a escolha do tema por parte deste humilde servo da nossa Augusta Ordem.
Por isso, peço perdão pela candura da fantasia que me assola, manifestando desde já o meu respeito a todos vocês, meus irmãos, a quem dedico estas minhas primeiras palavras, certo da amizade fraterna que nos une.
Coloco-me, por isso, perante vocês e diante do Grande Oriente, qual manancial de luz que me clareia e me conduz.
Correndo o risco da pobreza da contribuição que ora apresento, e para a qual peço a vossa compreensão para com este aprendiz, permitam-me, então, que partilhe com vocês o sentimento de quem, como eu, sempre pretendeu ser um verdadeiro maçom.
Ventre de minha mãe criou um ser que desde cedo procurou guiar-se por valores que têm norteado a sua vida desde outrora e que se preza de preservar e defender, como o homem honrado defende os seus.
Liberdade, Igualdade, Fraternidade, valores ínsitos e guias assaz da minha vida desde então, profano cresci, padecendo das muitas imperfeições e parcas virtudes da espécie humana.
abril 04, 2012
O Crepúsculo da Maçonaria Patriarcal
As correntes maçónicas da actualidade são organizações que se formaram a partir da modernidade, mas nos primórdios do século XXI, torna-se insustentável, do ponto de vista democrático e social, continuar a manter certas tradições próprias de outros tempos. Conheço muitos maçons que não querem saber nada das características fundamentais da cultura contemporânea, e caprichosamente continuam a compartilhar os seus hábitos com uma visão do mundo em fase de declínio.
A noção de modernidade e suas ideias consonantes como o iluminismo e a secularização foram amplamente divulgadas por filósofos, historiadores e sociólogos, mas há um aspecto no qual maioria dos estudos passa despercebido. Relendo os intelectuais da época e tendo em conta que estamos prestes a comemorar o Dia Internacional da Mulher, encontrei a oportunidade certa para pensar a Maçonaria desde essa altura.
Poder-se-ia datar – do ponto de vista político - o início da modernidade com a assinatura de tratados de paz de Westphalia, documentos que deram início a uma nova ordem na Europa Central, com base no conceito de soberania nacional. O Iluminismo tinha em comum um programa ambicioso de secularização, humanismo, tolerância e cosmopolitismo, valores que a maçonaria assumiu como próprios, com a criação de duas potências - na actualidade com nomes diferentes – que lideram as duas mais importantes correntes maçónicas: A Grande Loja Unida da Inglaterra e o Grande Oriente de França. Ambas são caracterizadas, acima de tudo por um fervor pela liberdade e pela participação política.
A noção de modernidade e suas ideias consonantes como o iluminismo e a secularização foram amplamente divulgadas por filósofos, historiadores e sociólogos, mas há um aspecto no qual maioria dos estudos passa despercebido. Relendo os intelectuais da época e tendo em conta que estamos prestes a comemorar o Dia Internacional da Mulher, encontrei a oportunidade certa para pensar a Maçonaria desde essa altura.
Poder-se-ia datar – do ponto de vista político - o início da modernidade com a assinatura de tratados de paz de Westphalia, documentos que deram início a uma nova ordem na Europa Central, com base no conceito de soberania nacional. O Iluminismo tinha em comum um programa ambicioso de secularização, humanismo, tolerância e cosmopolitismo, valores que a maçonaria assumiu como próprios, com a criação de duas potências - na actualidade com nomes diferentes – que lideram as duas mais importantes correntes maçónicas: A Grande Loja Unida da Inglaterra e o Grande Oriente de França. Ambas são caracterizadas, acima de tudo por um fervor pela liberdade e pela participação política.
abril 03, 2012
Porquê a Maçonaria no Século XXI?
A Maçonaria é um caminho possível para alcançar a felicidade pessoal, desde que reconhecamos que para percorrê-lo temos de trabalhar fiéis à nossa vocação universal e procurar a felicidade de toda a humanidade
Porque potencia a sociabilidade humana
Como expôs o filósofo e maçon K. Christian F. Krause, no início do século XIX, o impulso básico dos homens - mulheres e homens – é o da sociabilidade, e a Ordem Maçónica é uma associação ideal dedicada ao desenvolvimento dessa sociabilidade como uma expressão de nossa humanidade plena e pura.
A nossa tradição compromete-nos a dar apoio a qualquer irmão ou irmã que se encontr em situação de necessidade mas , além deste compromisso, o que a Loja nos popôe é uma microsociedade com um funcionamento ordenado, em que cada membro asume um papel rotativo para interpretar uma e outra vez a nossa essência social. Esta microsociedade dá-nos a oportunidade de compartilhar múltiplas experiências, como a de pertencer a um projecto autêntico e humanizante, em que se estabelecem os elementos necessários para o animal social que é o homem, tenha a oportunidade de reconhecer-se e de se reconciliar com a sua pura humanidade .A Loja é um encontro com outras pessoas que facilita e orienta o encontro consigo mesmo, através dos complexos mecanismos de identificação com os outros, o reflexo nos outros, o jogo de percepções com os outros, a dissecação do «eu».... e, acima de tudo, a Loja é um espaço humano que recria o ambiente socio-natural óptimo de um ser evoluido: uma comunidade de mulheres e homens, ordeira, democrática, procurando juntos a interpretação da existência.
abril 02, 2012
A Pedra Bruta e a Moral do Aprendiz
Uma reflexão sobre o significado simbólico da pedra bruta, sugere uma estreita relação com o sistema moral que a Maçonaria nos ensina em torno da perfeição do homem, na busca do desenvolvimento espiritual, atè ao comportamento social baseado em valores, respeito, fraternidade, humildade, tolerância e os direitos do invíduo.
Este sistema moral é representado pela pedra bruta (rudimentar), que desde o início, a partir do grau de Aprendiz, nos incentiva a trabalhar em torno das práticas e doutrinas maçónicas, num desejo veemente de procura da Verdade. Daí a estreita relação de sentido entre a pedra e a Câmara de Reflexão, negra na sua aparência, donde sobressai a antiga fórmula alquímica e hermética V.I.T.R.I.O.L., "Visita Interior Terrae, Rectificando Invenies Ocultum Lapidem " (Visita o interior da Terra, Rectificando descubrirás a Pedra Oculta).
Mas a busca da verdade ou a descoberta dum sentido superior da vida, como resposta à nossa própria existência, só é possível através duma investigação profunda dos nossos sentimentos e da melhor disposição para um verdadeiro trabalho interior. É assim que o trabalho maçónico consiste simbólicamente em aperfeiçoar a existência humana, através dum permanente e sucessivo processo de transformação. A "pedra bruta" constitui o símbolo do Aprendiz, a "pedra cúbica" simboliza o Companheiro e a "pedra cúbica em ponta" o Mestre, as quais, no seu conjunto, simbolizam o motivo central da superação permanente e constante na busca do pensamento independente e da perfeição.
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abril 01, 2012
Sobre o envelhecimento
Vou tentar fazer uma abordagem e algumas reflexões sobre um dos fenómenos mais interessantes da espécie humana: o envelhecimento.
Convivi sempre com pessoas de idade e aprendi muito com elas.
“O conceito de que a idade acarreta bom-senso, paz, serenidade e sabedoria é verdadeiro mas só em parte. Acompanha-a outras facetas, ângulos sombrios e tristes, marcados pelo arrependimento, subversão, doença, sofrimento e a estranha percepção de que o fim está ao virar da esquina mais próxima” (Julian Barnes).
O livro, “A mesa de limão“, de Julian Barnes, escritor britânico, demonstra, através de vários contos as diferentes realidades emergentes no decurso do envelhecimento. A escolha do título, também é curiosa, o autor baseou-se na simbologia chinesa, segundo a qual o limão representa a morte.
Ao mesmo tempo que lia esta obra, deliciava-me com uma outra, “Gente de palmo e meio” de Augusto Gil. Os contos deste genial autor focam as crianças com as suas aspirações, visões do mundo, virtudes, traquinices, medos, desejos, insegurança, tragédias, alegrias e sempre muita esperança mesmo entre os mais desafortunados; em perfeito contraste com a obra de Barnes. Augusto Gil oferece-nos doces e suculentas laranjas que, com o tempo, e na perspetiva “barniana”, acabarão por se transmutar em amargos limões.
Convivi sempre com pessoas de idade e aprendi muito com elas.
“O conceito de que a idade acarreta bom-senso, paz, serenidade e sabedoria é verdadeiro mas só em parte. Acompanha-a outras facetas, ângulos sombrios e tristes, marcados pelo arrependimento, subversão, doença, sofrimento e a estranha percepção de que o fim está ao virar da esquina mais próxima” (Julian Barnes).
O livro, “A mesa de limão“, de Julian Barnes, escritor britânico, demonstra, através de vários contos as diferentes realidades emergentes no decurso do envelhecimento. A escolha do título, também é curiosa, o autor baseou-se na simbologia chinesa, segundo a qual o limão representa a morte.
Ao mesmo tempo que lia esta obra, deliciava-me com uma outra, “Gente de palmo e meio” de Augusto Gil. Os contos deste genial autor focam as crianças com as suas aspirações, visões do mundo, virtudes, traquinices, medos, desejos, insegurança, tragédias, alegrias e sempre muita esperança mesmo entre os mais desafortunados; em perfeito contraste com a obra de Barnes. Augusto Gil oferece-nos doces e suculentas laranjas que, com o tempo, e na perspetiva “barniana”, acabarão por se transmutar em amargos limões.
março 31, 2012
A perseguição franquista à Ordem Maçónica (1940). - 2ª parte

Adjuntamos la segunda y última parte de la plancha masónica leída en Tenida ordinaria en México, dedicada a la persecución de la Masonería en 1940 por la dictadura franquista. Como dijimos en post anterior esta fue reproducida en la revista Verbum en 1950, editada por el Gran Oriente Federal Argentino (G.•. O.•. F.•. A.•.) La Plancha sigue de esta manera ...
Decían así:
Cinco siglos de la Historia
y un pueblo que, en su vibrar,
libre en sí, supo encauzar
los destinos de su gloria,
deshacen su trayectoria
y se anula el siglo veinte.
-"¡Siglo quince, es el vigente!...
-pregona inmundo graznido-
Y España toda, es un nido
de Inquisición renaciente.
março 29, 2012
A perseguição Franquista à Ordem Maçónica (1940) / 1ª parte
Publicado em: «El Mason Aprendiz» em 26.Fev.2012
por Mauricio. J. Campos
Adjuntamos esta plancha leída en Tenida ordinaria por el H.•. José Méndez Sastre desde México. Se refiere al dictamen de la Ley persecutoria contra la Masonería española de 1940.
Notable documento de la época reproducido en 1950 por la revista Verbum, editada por el Gran Oriente Federal Argentino (G.•. O.•. F.•. A.•.), Obediencia adogmática y liberal argentina en la cual encontraron cobijo los exiliados republicanos y masones españoles perseguidos.
Decía la redacción de Verbum:
"Este interesante trabajo que publicamos a continuación fue escrito en 1940, cuando se promulgó la disposición principal del tirano Franco contra la Masonería Española.
No obstante el tiempo transcurrido no ha perdido actualidad, sino que, por el contrario, la mantiene. Las noticias que se reciben de España acusan un cruel recrudecimiento de las persecuciones de nuestros hermanos que viven bajo la férula del odiado franquismo".
Mauricio J. Campos
por Mauricio. J. Campos
Adjuntamos esta plancha leída en Tenida ordinaria por el H.•. José Méndez Sastre desde México. Se refiere al dictamen de la Ley persecutoria contra la Masonería española de 1940.
Notable documento de la época reproducido en 1950 por la revista Verbum, editada por el Gran Oriente Federal Argentino (G.•. O.•. F.•. A.•.), Obediencia adogmática y liberal argentina en la cual encontraron cobijo los exiliados republicanos y masones españoles perseguidos.
Decía la redacción de Verbum:
"Este interesante trabajo que publicamos a continuación fue escrito en 1940, cuando se promulgó la disposición principal del tirano Franco contra la Masonería Española.
No obstante el tiempo transcurrido no ha perdido actualidad, sino que, por el contrario, la mantiene. Las noticias que se reciben de España acusan un cruel recrudecimiento de las persecuciones de nuestros hermanos que viven bajo la férula del odiado franquismo".
Mauricio J. Campos
março 25, 2012
O “Compagnonnage” e o nascimento do Sindicalismo
Foi a partir do século XII mas, essencialmente, no decurso dos séculos XV e XVI que se assistiu ao despontar do “Compagnonnage du Tour” em França. A par com a sua acção de defesa dos interesses dos operários, ele afrontou as corporações dos mestres.
Foi, então, que proliferaram as interdições do poder civil que não conseguem atingir, apesar de tudo, toda a extensão dos seus efectivos.
Apesar dos regulamentos e das disposições que lhes proibiam o abandono do seu mestre sem o acordo deste e o poderem circular livremente, os operários do artesanato que pretendiam instruir-se no seu ofício e melhorar os seus salários, organizaram-se clandestinamente.
É nessa época que nasceram os primeiros companheiros pertencendo a uma sociedade conhecida pelo nome de “Dever”. Desafiando as poderosas corporações e. por via disso, o reino da França, o Compagnonnage desencadeou a permanente hostilidade da Igreja Católica.
Praticar certas cerimónias durante a recepção de novos membros, ter sinais e palavras de reconhecimento, a presença de um ritual, de um simbolismo, de um segredo do ofício, tudo contribuiu para suscitar uma permanente desconfiança no seio da Igreja.
No século XVIII, existiam duas categorias de companheiros: os companheiros do “Dever”, o rito de Jacques e de Soubise, essencialmente ligados à religião católica, e os que eram qualificados como “ não do Dever”, agrupando numa larga maioria os companheiros protestantes.
As diversas sociedades de companheiros adquiriram um grande poder, podendo impedir a contratação e a colocação de qualquer operário, o que constituía um grave risco para a economia de uma cidade.
Foi, então, que proliferaram as interdições do poder civil que não conseguem atingir, apesar de tudo, toda a extensão dos seus efectivos.
Apesar dos regulamentos e das disposições que lhes proibiam o abandono do seu mestre sem o acordo deste e o poderem circular livremente, os operários do artesanato que pretendiam instruir-se no seu ofício e melhorar os seus salários, organizaram-se clandestinamente.
É nessa época que nasceram os primeiros companheiros pertencendo a uma sociedade conhecida pelo nome de “Dever”. Desafiando as poderosas corporações e. por via disso, o reino da França, o Compagnonnage desencadeou a permanente hostilidade da Igreja Católica.
Praticar certas cerimónias durante a recepção de novos membros, ter sinais e palavras de reconhecimento, a presença de um ritual, de um simbolismo, de um segredo do ofício, tudo contribuiu para suscitar uma permanente desconfiança no seio da Igreja.
No século XVIII, existiam duas categorias de companheiros: os companheiros do “Dever”, o rito de Jacques e de Soubise, essencialmente ligados à religião católica, e os que eram qualificados como “ não do Dever”, agrupando numa larga maioria os companheiros protestantes.
As diversas sociedades de companheiros adquiriram um grande poder, podendo impedir a contratação e a colocação de qualquer operário, o que constituía um grave risco para a economia de uma cidade.
março 21, 2012
A Corda
Objecto do dia a dia, a corda é um entrançado de cabos de maior ou menor diâmetro que, habitualmente, não nos chama a atenção. Utilizamo-la com frequência para atar e prender e nesse sentido é um elemento que restringe a liberdade; mas utilizamo-la também para unir e ligar, para tornar uno o que está separado e, nesse sentido, é um elemento de criação, de crescimento e de liberdade.
Foi neste sentido que o Homem primeiramente a utilizou: para caçar alimento (prender), para confeccionar as suas roupas (ligar), para se deslocar de árvore em árvore (transcender-se ?). Mas certamente que não passou despercebido ao xamane ou ao feiticeiro o valor do objecto como símbolo da união entre os elementos da tribo, da integridade física (o fio que mantém os orgãos no lugar) ou associado ao nascimento (cordão umbilical) ou ao renascimento: a corda ou o fio que nos liga ao além, ao desconhecido, a uma outra vida, ao divino.
A importância celeste ou cósmica da Corda foi particularmente relevante para os egípcios e gregos, que a ela recorrem para descrever o céu e as constelações, sendo o elemento que manteria os planetas a circular no céu e conferiria unidade ao universo (a Corda de Ouro de Zeus). As trança da deusa egipcia Hathor simbolizam a tecitura ordenada do universo mas para Platão, a Luz seria uma Corda luminosa que o rodeava.
março 20, 2012
Isaac Newton
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Isaac Newton (Woolsthorpe, 4 de Janeiro de 1643 - Londres, 31 de Março de 1727), cientista. Foi um dos criadores, com Leibniz, do Cálculo Diferencial e Integral. Descobriu também várias leis da Mecânica, como as actualmente conhecidas Lei Fundamental da Dinâmica e Teoria da Gravitação Universal. Para ele, a função da ciência era a de descobrir leis universais e enunciá-las de forma precisa e racional.
Newton estudou no Trinity College de Cambridge, tendo-se graduado em 1665. Um dos principais precursores do Iluminismo, o seu trabalho científico sofreu forte influência de seu professor e orientador Barrow desde 1663, e de Schooten, Viète, John Wallis, Descartes, dos trabalhos de Fermat sobre retas tangentes à curvas, Cavallieri, das concepções de Galileu e, finalmente, de Kepler.
março 18, 2012
O Simbolismo das Viagens na Elevação a Companheiro
Oswald Wirth, destacado autor maç:. da primeira metade do Século XX, salienta:
“Para ser admitido à Aprendizagem é necessário mostrar aptidões, para passar a Companheiro é necessário, adicionalmente, ter efectuado prova de aplicação, de zelo e de ardor no trabalho,.... com o objectivo de se dominar e conheçer interiormente, por forma a sentir-se disponivel para a nova tarefa, o trabalho efectivo para o qual será chamado, ao serviço da colectividade à qual se devota”.
I - Preâmbulo
Ao receber a LUZ, o Aprendiz comprometeu-se com as Leis da Maç.’. em geral e do G.’.O.’.L.’. em particular, a amar os seus irmãos e a resguardar-se dos profanos. Elevado a Companheiro, não poderá limitar-se a renovar o juramento efectuado no primeiro grau, uma vez que se deve exigir a um Maç.’. instruido o que não se pode exigir a um iniciado.
O Companheiro deverá redobrar a discrição, tentando colocar-se sempre ao nivel dos que estão menos avançados, pois a sua Força reside na concretização de um único objectivo – o de se instruir para constituir um verdadeiro Iniciado, de molde a consagrar todo a seu espirito e acção à Obra da Maçonaria.
É nossa convicção que não basta possuir um grau maçónico decorrente unicamente da sua recepção ritualística, já que os ritos iniciáticos têm básicamente o papel de traçar um programa de aprendizagem. Compete ao Maçon concretizar esta aprendizagem, fazendo o caminho individualmente quer pelo seu trabalho, assiduidade e aprendizagem em Loj.’. quer pelo estudo adicional e também pela aplicação consequente ao mundo profano.
“Para ser admitido à Aprendizagem é necessário mostrar aptidões, para passar a Companheiro é necessário, adicionalmente, ter efectuado prova de aplicação, de zelo e de ardor no trabalho,.... com o objectivo de se dominar e conheçer interiormente, por forma a sentir-se disponivel para a nova tarefa, o trabalho efectivo para o qual será chamado, ao serviço da colectividade à qual se devota”.
I - Preâmbulo
Ao receber a LUZ, o Aprendiz comprometeu-se com as Leis da Maç.’. em geral e do G.’.O.’.L.’. em particular, a amar os seus irmãos e a resguardar-se dos profanos. Elevado a Companheiro, não poderá limitar-se a renovar o juramento efectuado no primeiro grau, uma vez que se deve exigir a um Maç.’. instruido o que não se pode exigir a um iniciado.
O Companheiro deverá redobrar a discrição, tentando colocar-se sempre ao nivel dos que estão menos avançados, pois a sua Força reside na concretização de um único objectivo – o de se instruir para constituir um verdadeiro Iniciado, de molde a consagrar todo a seu espirito e acção à Obra da Maçonaria.
É nossa convicção que não basta possuir um grau maçónico decorrente unicamente da sua recepção ritualística, já que os ritos iniciáticos têm básicamente o papel de traçar um programa de aprendizagem. Compete ao Maçon concretizar esta aprendizagem, fazendo o caminho individualmente quer pelo seu trabalho, assiduidade e aprendizagem em Loj.’. quer pelo estudo adicional e também pela aplicação consequente ao mundo profano.
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