março 15, 2012
Doutrina Geral de Martinez de Pasqually
Como todo o Esoterismo, a doutrina Martinista, tal como foi definida por Martinez de Pasqually no seu “Tratado de Reintegração dos Seres”, necessariamente recorre ao Esoterismo para exprimir verdades metafísicas, que é pouco perceptível e pouco exprimível por sua natureza. É assim que ela está integralmente vinculada à tradição Ocidental, e mais particularmente à cristã.
Símbolo dos Elu-Cohen
Em relação ao problema da Causa Primeira (Deus), o Martinismo torna suas as conclusões a que chegaram os teólogos cristãos e os cabalistas hebreus, ao menos quanto aos princípios sobre os quais as diversas escolas estão sempre em acordo: o ternário divino, “pessoas divinas”, emanação, e etc…
Relativamente ao restante, é particularmente gnóstico - se bem que o que é apresentado nesta tese tem uma conotação diferente das escolas associadas a esse nome - porque coloca em princípio a igual necessidade do Conhecimento e da Fé, e o facto de que a graça deve, para actuar efectivamente, ser completada pela acção inteligente, compreensiva e livre do homem.
É por estes motivos que Martinez de Pasqually apresenta o esoterismo de sua escola sob o aspecto da tradição judaico-cristã. A lenda, que teve o Mestre muito certamente como autor, decorre de documentos tradicionais de propriedade de sua família desde que um avô, membro de um tribunal de Inquisição, os obteve de heréticos árabes ou judeus na Espanha. Esses documentos eram constituídos por manuscritos latinos, cópias dos originais árabes, derivados de clavículas hebraicas.
O que quer que seja, eis aqui um resumo do “Tratado de Reintegração dos Seres”, obra tão rara quanto obscura para quem não está familiarizado com as tradições gerais que a têm inspirado.
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março 14, 2012
Newton e o Conhecimento Científico

Isaac Newton tem sido considerado, muito justamente, uma das figuras mais importantes da
história da humanidade. Foi simultaneamente matemático, astrónomo, físico e alquimista, mas foram os seus trabalhos em mecânica clássica nomeadamente, a teoria gravitacional, as leis do movimento e os trabalhos sobre óptica que o tornaram famoso.
Nasceu em Woolsthorpe, Lincolnshire, Inglaterra em Janeiro de 1643 e nunca conheceu o pai, que morreu antes de ele ter nascido. Criado como um orfão, foi educado por um tio, no sentido de poder entrar na universidade. Ingressou assim no Trinity College de Cambridge como “trabalhador-estudante”. Na sua formação contactou com as obras dos grandes clássicos da antiguidade mas estudou também Galileu.
Kepler, Descartes, Locke, Hobbes e Boyle, entre outros. Em 1669 ocupou a Cátedra Lucasiana.
A sua obra mais conhecida, Philosophiae Naturalis Principia Mathematica, ou simplesmente Principia, demonstra que os fenómenos da natureza ocorrem de acordo com certas leis bem definidas que foram consideradas inquestionáveis até ao surgimento da teoria da relatividade.
Na verdade, ainda hoje são utilizadas como boas aproximações para a resolução de problemas em trabalhos de engenharia que requerem menos sofisticação.Tendo sido, sem sombra de dúvida, uma figura ímpar da humanidade, protagonizou a mais significativa revolução científica de todos os tempos e foi um dos pais fundadores do moderno método científico.
março 13, 2012
A Maçonaria e o Século XXI
A forma de fazer Maçonaria no século em que recentemente entrámos não será certamente a mesma que foi praticada nos séculos anteriores, principalmente desde o primeiro quartel do século XVIII.
Em cada um houve alterações e adaptações às realidades sociais da época em vivência, sem as quais a Maçonaria não teria sobrevivido.
Com a responsabilidade social que todos lhe reconhecem, sejam adeptos ou opositores, a Maçonaria criou um espaço próprio gerador de uma auréola transmissora de certeza na capacidade de resolução de situações sociais difíceis.
Isto constitui para nós uma séria responsabilidade que teremos de honrar.
No entanto a Maçonaria sempre suscitou, na sociedade profana, múltiplas interrogações, expressas de diferentes formas, mas todas elas com um denominador comum, que é o de se colocar em dúvida a justeza da existência de uma sociedade discreta (ou secreta, como outros preferem) numa sociedade civil democrática como a nossa.É frequente colocar-se a questão de se após a democratização do país justificar-se a existência de uma estrutura filosófica, iniciática, e discreta (secreta), com os seus ritos, segredos e comportamentos. É evidente que a resposta só pode ser afirmativa. Sem o respeito e a salvaguarda dos ritos, segredos, tradições e cultura maçónica a Maçonaria deixava pura e simplesmente de existir.
março 12, 2012
A Sociedade em Rede e o papel da Maçonaria
Em primeiro lugar esperamos que nos tolerem a ousadia de tentar uma análise dum tema tão vasto no mundo profano, mas todavia cada vez mais importante e relativamente pouco tratado nos trabalhos de âmbito macónico. A oportunidade que a convocação do XIII Congresso da nossa Aug:. Ord:. oferece, pareceu-nos apropriada para colocar algumas questões sobre este tema.A Maç:. é frequentemente tratada no mundo profano como sendo uma organização secreta (ou quase), fechada no mínimo, regendo-se por rituais condiderados ultrapassados e sem sentido e cujo futuro, numa sociedade cada vez mais globalizada, essencialmente suportada nas Tecnologias de Informação (nem sempre ao serviço das mais nobres causas....) estará cada vez mais ameaçado, levando à sua «previsivel» decadencia e /ou extinção.
Como Maçons e a par das reais ameaças que impedem sobre quem, sem abdicar dos principios, persiste em adapatar-se às novas realidades sócio-tecnológicas que condicionam (ou mesmo formatam) a evolução social, não se nos afiguram correctas aquelas «visões» profanas, pelos argumentos que passaremos a expor.Que relacionamento sustentado poderá existir entre a Sociedade de Informação / Sociedade em Rede e a Maçonaria, que não comprometa o desenvolvimento desta e que vantagens (ou ameaças) poderá representar para a correcta divulgação dos ideiais e prática macónicos???
março 11, 2012
O Avental
O Avental é o elemento distintivo da Maçonaria por excelência e é considerado, por essa razão, a peça mais importante do traje maçónico. Teve a sua origem na Maçonaria operativa e é o único sinal externo com origem nesse período.
Entre todos os símbolos com que nos deparamos em Loja, o Avental destaca-se entre os demais, pois está sempre junto de nós significando que o Maçom deve estar constantemente trabalhando em prol da humanidade e do seu desenvolvimento pessoal.
Constitui um simbolismo muito importante da Maçonaria, de tal modo que não se pode entrar em Loja sem o ter vestido e só pode ser retirado após encerrada a sessão, já fora do recinto de trabalho.
A História e a Bíblia fazem referências múltiplas ao uso de aventais em complemento de vestes cerimoniais e em rituais realizados por exemplo, por sacerdotes hebreus.
Na Maçonaria operativa, o avental era uma peça importante de vestuário profissional e de protecção individual, constituindo uma barreira eficaz para o trabalhador que moldava a pedra, transformando a pedra bruta numa obra de arte.
março 10, 2012
O Rito da Perfeição
Alguns autores suscitaram, em diversos momentos, dúvidas quanto à existência deste rito e outros pretenderam fazer crer que os chamados graus escoceses tinham uma origem inglesa.
No entanto, a existência do Rito da Perfeição, enquanto rito organizado com os seus rituais e instâncias dirigentes, está largamente provado e assenta em factos historicamente documentados.
Este rito desenvolveu-se sobretudo no chamado “Novo Mundo” e, segundo alguns autores, não atingiu a Europa antes de evoluir para o Rito Escocês Antigo e Aceito.
Na origem deste rito estão 2 homens que consagraram as suas vidas inteiramente à Maçonaria e que foram quase ignorados ao longo dos séculos XIX e XX: Etienne Morin e Henry Andrew Francken.
Um dos méritos que lhes é reconhecido foi de terem ordenado um conjunto confuso de graus e de, a partir daí, terem constituído um rito, ou seja, uma sequência coerente de rituais colocados em prática no seio de um conjunto hierarquizado de oficinas, dotado de regulamentos, permitindo o seu funcionamento harmonioso e dirigido por deputados-inspectores.Deste trabalho sistematizado resultou, em termos decisivos, aquilo que é o Rito Escocês Antigo e Aceito.
Etiénne Morin
Não existe nenhum documento conclusivo que permita atestar a data e o local do seu nascimento, embora surjam indícios de que tenha nascido por volta de 1717, em S. Domingos, e com “algum sangue negro nas suas veias”.
Segundo Paul Naudon, terá nascido em Nova Iorque oriundo de emigrantes franceses, mas existem outros autores que consideram ter nascido em S. Domingos ou na Martinica.
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março 08, 2012
A Origem Francesa do REAA
O escocismo nasceu na França, como Maçonaria stuartista, sendo, na realidade, a primeira manifestação maçônica em território francês. Quando, em 1649, o rei Carlos I (da dinastia dos Stuarts, de origem escocesa) foi decapitado, após a vitória da revolta puritana de Oliver Cromwell, sua viúva, Henriqueta de França, aceitou asilo em território francês, em Saint Germain, para onde foi, acompanhada de todo o seu séquito, onde já existiam numerosos maçons aceitos.
Onze anos depois, seria restaurado o trono stuartista na Inglaterra. Alec Mellor fala em origem jacobita do Rito Escocês, pelo fato de existirem Lojas militares, formadas pelos regimentos fiéis aos Stuarts, ou seja, regimentos irlandeses e escoceses, totalmente jacobitas e, em sua maioria, católicos. Jacobita foi o nome dado, na Inglaterra, após a revolução de 1688, quando houve nova queda de um Stuart (Jaime II), aos partidários da dinastia.
Paul Naudon informa que, em 1661, às vésperas de subir ao trono inglês, Carlos II criou, em Saint Germain, um regimento com o título de Real Irlandês, que, depois, seria alterado para Guardas Irlandeses. Esse regimento, seguindo os Stuarts, foi incluído na capitulação de 1688, desembarcando em Brest, a 9 de outubro de 1689, e permanecendo, até 1698, fora dos quadros militares franceses, quando foi incorporado ao exército francês.
Onze anos depois, seria restaurado o trono stuartista na Inglaterra. Alec Mellor fala em origem jacobita do Rito Escocês, pelo fato de existirem Lojas militares, formadas pelos regimentos fiéis aos Stuarts, ou seja, regimentos irlandeses e escoceses, totalmente jacobitas e, em sua maioria, católicos. Jacobita foi o nome dado, na Inglaterra, após a revolução de 1688, quando houve nova queda de um Stuart (Jaime II), aos partidários da dinastia.
Paul Naudon informa que, em 1661, às vésperas de subir ao trono inglês, Carlos II criou, em Saint Germain, um regimento com o título de Real Irlandês, que, depois, seria alterado para Guardas Irlandeses. Esse regimento, seguindo os Stuarts, foi incluído na capitulação de 1688, desembarcando em Brest, a 9 de outubro de 1689, e permanecendo, até 1698, fora dos quadros militares franceses, quando foi incorporado ao exército francês.
março 07, 2012
A Maçonaria em Portugal
Introdução
Antes de entrarmos nos primórdios da história da maçonaria em Portugal convirá recordar alguns factos que a enquadram no seu histórico geral. A Maçonaria moderna não tem uma origem ou uma fonte específicas, ao contrário de que alguns maçons defendem. Ela é equiparável a um rio cujo caudal é a soma dos caudais dos seus afluentes, caudais esses que lhe são entregues em épocas e locais bem diferentes.
Os conceitos históricos/filosóficos que enformam a Maçonaria moderna não são produto de uma acção ou atitude singulares. É antes o somatório de vários pensamentos e filosofias que têm como resultante a Maçonaria como hoje a conhecemos.
Desde conceitos radicados nas culturas suméria e egípcia até aos conflitos entre católicos e protestantes na Inglaterra do século XVIII, passando pelas filosofias essénias e templárias amalgamadas nos interesses profissionais das guildas germânicas, tudo isto teve como resultado a Maçonaria que hoje conhecemos e praticamos (com influências directa nos rituais do Rito Escocês Antigo e Aceito).
Não há qualquer dúvida que a Maçonaria Moderna nasce em 1717 quando o reverendo Anderson é encarregado de elaborar as regras de comportamento da nova Ordem Maçónica. Mas, como se sabe, antes disto, ela existia e com implantação forte, na sociedade britânica.
Era constituída por maçons operativos, isto é, aqueles que praticavam uma profissão e que a defendiam já com determinados métodos, regras e rituais. São os chamados Maçons Antigos. Mais tarde permitiram a iniciação de alguns homens, que pela sua riqueza material ou intelectual entenderam serem dignos da admissão naquela que era uma sociedade rigorosamente fechada. Foram os Maçons Aceitos.
março 05, 2012
O Quadrivium
Decorrendo do Trivium, a Aritmética, a Geometria, a Astronomia levam ao aprofundamento do conhecimento dos números, da Terra, do Céu, e completam-se com a Arte das Nove Musas, a Música.
1- A Aritmética
A Aritmética ensina a virtude dos números. Mais do que a arte de calcular graças às quatro operações básicas, é essencialmente a ciência dos números, das relações e das proporções, a aritmologia. A primeira serve-se dos números e dá-lhe o seu valor real de quantidade; a segunda aborda preferencialmente o seu valor simbólico, a qualidade, o seu carácter secreto, desde a unidade até ao número.
O número é considerado o guia, a existência de cada coisa, faz parte dela, mas não é um ser. A virtude dos seres não existe no número; mas o número deriva da natureza dos seres. Será necessário distinguir o ser, o seu número, a sua acção, a sua operação, nas sua três regiões: divina, espiritual e natural.
O número é considerado o guia, a existência de cada coisa, faz parte dela, mas não é um ser. A virtude dos seres não existe no número; mas o número deriva da natureza dos seres. Será necessário distinguir o ser, o seu número, a sua acção, a sua operação, nas sua três regiões: divina, espiritual e natural.
março 04, 2012
GodF – Breve História da Maçonaria
Les Maçons au Moyen-âge.
Les registres des municipalités l’attestent, le Moyen-âge connut beaucoup de sociétés professionnelles. Marchands et artisans se réunissaient dans des confréries ou des corporations chargées de gérer les intérêts du métier : formation, embauche, attribution des chantiers…
Mais à cette époque le travail quotidien de chacun s’inscrit dans une vision du monde profondément imprégnée de sacré. Aussi ces organisations de métier ne se limitent pas à gérer les problèmes techniques mais prennent en charge tout un pan de la vie de leurs membres de la solidarité à la spiritualité.
Les Anciens Devoirs – les statuts des Maçons médiévaux – présentent, à coté de différentes dispositions réglementaires, une histoire mythique et édifiante du métier. Ainsi la Maçonnerie, fille de la Géométrie, a été fondée par Euclide en Egypte et diffusée en Europe par Pythagore ! En méditant ce récit des origines le maçon médiéval inscrit son labeur journalier dans le combat séculaire des forces de la Lumière contre les forces des Ténèbres.
Au XVII° siècle, en Ecosse, quelques loges vont accepter des membres étrangers au métier. Ces maçons acceptés sont à l’origine de la Franc-maçonnerie spéculative moderne. Cette entrée importante d’« acceptés » en quelques années laisse supposer un projet sous-jacent mais, en dépit de nombreuses hypothèses, on ignore lequel.
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março 03, 2012
Epítome da História da Maçonaria
O estudo da Maçonaria deve iniciar-se precisamente pela sua História. Só assim o iniciado pode perceber o porquê de muitas situações que ele irá encontrar ao longo da sua carreira maçónica. Hoje, o acesso à documentação maçónica está extraordinariamente simplificado, podendo dizer-se que só não sabe Maçonaria quem não queira perder, ou ganhar, depende do ponto de vista e do interesse individual, algum tempo na investigação e leitura do que sobre esta matéria a internet proporciona.
Mas, para abordar o tema da História da Maçonaria, para a enquadrar em dez ou quinze minutos de discurso temos de fazer um esforço de simplificação, que terá forçosamente de ser complementado pelo trabalho de busca, nas fontes de informação existentes e que referiremos oportunamente. Pois bem, para iniciarmos a nossa conversa sobre a História da Maçonaria comecemos por a dividir em três períodos distintos, ou sejam:
- A Maçonaria Primitiva ou Pré-Maçonaria;
-A Maçonaria Operativa, e
- A Maçonaria Especulativa.
A Maçonaria Primitiva ou Pré-Maçonaria
Este período é de facto e como seria previsível, o mais nebuloso, dando azo às mais diferentes teorias e e conjecturas sobre as raízes da moderna Maçonaria. A falta de documentos e de registos credíveis favorece claramente a especulação, dando origem a várias linhas de pensamento, cada uma com a sua visão particular do processo evolutivo da Maçonaria.
Mas, para abordar o tema da História da Maçonaria, para a enquadrar em dez ou quinze minutos de discurso temos de fazer um esforço de simplificação, que terá forçosamente de ser complementado pelo trabalho de busca, nas fontes de informação existentes e que referiremos oportunamente. Pois bem, para iniciarmos a nossa conversa sobre a História da Maçonaria comecemos por a dividir em três períodos distintos, ou sejam:
- A Maçonaria Primitiva ou Pré-Maçonaria;
-A Maçonaria Operativa, e
- A Maçonaria Especulativa.
A Maçonaria Primitiva ou Pré-Maçonaria
Este período é de facto e como seria previsível, o mais nebuloso, dando azo às mais diferentes teorias e e conjecturas sobre as raízes da moderna Maçonaria. A falta de documentos e de registos credíveis favorece claramente a especulação, dando origem a várias linhas de pensamento, cada uma com a sua visão particular do processo evolutivo da Maçonaria.
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março 02, 2012
O Pavimento Mosaico
O PAVIMENTO MOSAICO
O chão da L:. representa simbolicamente a Terra. É constituído por um pavimento preto e branco formando xadrez, ou por outro tipo de revestimento, estando decorado com um “duplo quadrado” preto e branco, que obedece a proporções definidas. Por isso o rectângulo se designa como quadrado alongado, mas é um duplo quadrado. A este duplo quadrado se chama “Pavimento Mosaico”.
Faz parte da tradição maçónica considerar que o Pavimento Mosaico ornamentava a entrada do pórtico do Templo de Salomão. Este elemento arquitectónico é mítico, pois não se fundamenta em qualquer prova arqueológica ou bíblica. Actualmente, consideramos a sua origem greco-romana, não hebraica. Em Templo, no R:. E:. A:. A:. representa o Debhir. Por essa razão, não deve ser pisado durante as cerimónias.
Na Confissão de um Maçon (1727) o Pavimento Mosaico é designado como Pavimento de Esquadria:
P – Quantas Jóias há na sua L:.?
R- Três: um pavimento de esquadria, uma pedra bruta e uma pedra talhada.
P_ Para que serve um pavimento em esquadria?
R- Ao M:. Maçon para traçar os seus planos no chão.









